O documento em Markdown
O projeto .pixeldeck reúne conteúdo em Markdown,
aparência, miniatura e mídia local. Dá para escrever uma apresentação inteira
sem abrir esta aba.
O projeto vai inteiro
Copie o arquivo .pixeldeck para compartilhar o projeto editável.
A aparência fica separada da fonte, que permanece limpa. O ícone mostra o
primeiro slide; escolha outro em Identidade → Miniatura do documento.
Arquivos Markdown anteriores continuam abrindo. Para enviar nesse formato,
use Exportar PixelDeck Markdown…: os ajustes voltam ao cabeçalho
e a mídia local é copiada ao lado do .md. Envie também essas pastas.
Editar dos dois lados
⌘ ⇧ E mostra ou esconde a fonte. O que você digita ali aparece na prévia, e o que você monta nos blocos aparece aqui — não há importação nem sincronização manual, é o mesmo documento visto de duas formas.
O que o PixelDeck preserva
Ao abrir um arquivo, inclusive um escrito à mão ou em outro programa,
tudo que você não tocar é gravado byte a byte como chegou:
a marca [fit], os comandos entre colchetes, diretivas que o
PixelDeck não conhece, e a ordem original das linhas. Só o slide que você
editar é reescrito.
Isso resolve o medo justo de abrir um arquivo antigo num editor novo. Se
você editar um slide e deixar os outros vinte em paz, o diff mostra
exatamente um slide alterado.
A forma do arquivo
Um documento tem três partes, de cima para baixo:
title: Ideias que merecem o palco
accent: #FFB000
slide-transition: terminal
# Primeiro slide
^ Uma nota só para você.
---
@layout center
[.header: alignment(center)]
# Uma frase no centro.
- O cabeçalho: linhas
chave: valorno topo, que valem para a apresentação inteira — cores, transição, rodapé, numeração. - Os slides, separados por uma linha com
---. - Dentro de cada slide, o conteúdo em Markdown, mais
diretivas com
@, comandos entre colchetes como[.hide-footer]e notas com^.
Tema, revelação e transição também são editáveis na aba Aparência, que escreve nessas mesmas chaves. O tema, portanto, viaja com o arquivo: quem abrir o documento vê as suas cores.
A lista completa de chaves, diretivas e comandos, com exemplos, está em Referência da sintaxe.