Apresentar
⌘ ↩ começa. Esc encerra. Entre um e outro, o PixelDeck sai da frente.
Escolher o monitor
O menu de monitor, na barra da janela, escolhe onde os slides aparecem. Por padrão o PixelDeck usa a última tela conectada, que é quase sempre o projetor que você acabou de plugar.
Com dois monitores, o público vê só os slides e a janela do documento continua na sua tela, com a prévia e as notas. Com um monitor só, a apresentação toma a tela inteira e Esc devolve o editor.
Navegar
| → ↓ ⇟ | Avançar — para o próximo item revelado, ou para o próximo slide |
| ← ↑ ⇞ | Voltar |
| X | Trocar a tela da apresentação com a sua |
| Esc ou ⌘ ↩ | Encerrar |
Slides sem conteúdo visível são pulados, e a revelação item a item conta como um passo. Você não precisa saber em qual dos dois está: a seta faz a coisa certa.
Sem efeito de tela ligado, o clique também avança, e os pontinhos de progresso no rodapé saltam direto para o slide clicado. Clique num link segue o link; clique num vídeo controla o vídeo.
O que some enquanto você apresenta
A barra de menus e o Dock ficam ocultos, para que nada do sistema apareça numa tela de projeção.
A apresentação é um retrato
Ao começar, o PixelDeck fotografa o conteúdo como ele está naquele momento. Editar o documento durante a fala não muda os slides já em exibição — encerre e recomece para incluir a mudança. Isso é deliberado: é o que garante que a virada de slide seja instantânea mesmo com efeitos ligados.
Com efeito de tela
Se houver um efeito ligado, a apresentação é desenhada em Metal e as transições acontecem na GPU, dentro do efeito. Vale lembrar que vídeo e áudio não sobrevivem à captura: num slide com mídia em movimento, desligue o efeito.